Todas as obras são defendidas de forma magistral (...) obras de transcendente virtuosidade soam naturalmente "fáceis", dado o completo domínio técnico de um músico ímpar.

Sérgio Azevedo, in Politecnia nº24, Maio 2010

CD Nuno Pinto - Clarinete Solo, colectânea de obras portuguesas contemporâneas que exploram as potencialidades do instrumento em interpretações de alto nível.

Cristina Fernandes, in Jornal Público, 19/04/2010

O arsenal técnico de Nuno Pinto é inquestionável: ao nível dos grandes virtuosos internacionais do instrumento.

Bernardo Mariano, in Notícias Sábado, 17/04/2010

Solista experiente (...) Nuno Pinto mostra o seu temperamento lírico e efusivo, denotando sensibilidade imaginativa. Que a técnica é limpa e o som muito apurado (redondo, ressoante, apoiado), cela va de soi.

Bernardo Mariano, in Notícias Sábado, 09/01/2010

Nuno Pinto a mostrar uma excelente técnica instrumental.

Monika Pasiecznik, in Dwutygodnik, 27/09/2009

Uma vez mais Nuno Pinto provou ser um músico de tal forma capaz que até as coisas mais desinteressantes consegue transformar em música.

Diana Ferreira, in Arte no Tempo : Blog, 05/09/2008

Clarinetes Ad Libitum, um quarteto de clarinetes com percussão de Portugal, impressionou o público com sua aparência jovial e com uma performance bastante elegante e altamente coreografada com música folk e tradicional, tingida de jazz. Os músicos - Nuno Pinto, José Ricardo Freitas, Luís Filipe Santos, clarinetes; Tiago Abrantes, clarinete baixo e António Bastos, percussão - são possuidores de abundante técnica e um instinto misterioso para o drama. As harmonias fechadas e os tempos supersónico recordaram Super Sax e toda a sua performance foi muito interessante, ficando evidenciado pelo contínuo piscar de flashes das câmaras na platéia. O quarteto realizou uma variedade de músicas tradicionais portuguesas, e ainda um par de rags, todos soberbos. Clarinetes Ad Libitum foram um Maserati, elegante e polido.

Elena Talley, in The Clarinet, December 2008

Continuando com os destaques, Clarinetes Ad Libitum de Portugal encerraram os acontecimentos de terça-feira à noite com um dos mais divertidos e impressionantes ensembles de clarinetes que alguma vez ouvi. Tocando tudo de memória, o seu repertório percorreu o jazz, latin, folk, klezmer, com músicas da Broadway, etc. Cada um dos músicos - Nuno Pinto, José Ricardo Freitas, Luís Filipe Santos, Tiago Abrantes, habilmente assistidos pelo percussionista Hugo Vieira - foi por si um solista virtuoso, e quando combinados em todo o conjunto contribuiram para uma abordagem unificada e muito simpatica de música que raramente se ouve. A sua alegria de tocar, dedicação e entusiasmo pelo que estavam a fazer eram de facto contagiantes, e a plateia pediu encore atrás de encore. Uau!

James Gillespie, in The Clarinet, March 2008

O grupo português de clarinetes Ad Libitum conquistou hoje o público chinês com uma actuação que arrancou gritos de entusiasmo da plateia.

in Diário Digital/Lusa, 21/08/2007

Grande expressividade de Nuno Pinto.

Pedro Boléo, in Jornal Público, 26/01/2007

Geniais pianissíssimos deste intérprete.

Diana Ferreira, in Arte no Tempo : Blog, 22/10/2006